GET INSPI(RED)

RED é a cor do sangue. Na Europa e Estados Unidos é a cor da paixão. Na Ásia é a cor da alegria e boa sorte. Em África, desde 2006, é a cor da esperança.
Fundada pelo Bono e Bobby Shriver, a (RED) tem como objetivo arrecadar fundos para a luta contra a AIDS, uma doença do sistema imunológico humano resultante da infeção pelo vírus HIV. Apesar de a Covid-19 ter arrebatado os créditos da atenção para o número de mortes a nível mundial, só em junho passado ultrapassou o número de mortes provocadas pelo HIV, que passou para 6º lugar.
A (RED) cria parcerias com pessoas, empresas e as marcas mais íconicas do mundo, como a Apple, Danone, Beats, Durex, Primark, entre outras, que até ao momento contribuíram com mais de 650 milhões de dólares na venda de produtos e experiências (RED) para o Fundo Global.

Imagens e produtos (RED), no site oficial https://www.red.org/

Estes produtos são criados à imagem da (RED) e ganham maior destaque, não só pelo que simbolizam ao ajudar milhares de pessoas, mas também pelo impacto visual que a cor e a palavra RED transmitem.

E é por isso que também gostamos de ser RED (DOT). Trabalhamos todos os dias com o mesmo espírito da (RED): dar vida, injectando sangue novo que rejuvenesce as marcas, instituições e, o mais importante, as pessoas. Somos fiéis a um vocabulário próprio de comunicação da cor RED: REDESIGN, REDEFINE, REDCREATE, REDISCOVER, REDCONNECT, REDFLECT, REDTHINK, REDNATURE, REDHEART, REDACTION, REDDREAM. Não temos meias medidas e não vacilamos quando o desafio é ajudar (mesmo que em modo PRO BONO) as organizações a inovar a forma de comunicar. Nas veias corre-nos a vontade contínua de EVOLUIR e REVOLUCIONAR: REDVOLUTION!

Dia da Gratidão

Passou mais um ano e o nosso Pote voltou a encher-se de Gratidão. Em 2018, criámos este pote com o objetivo de nos fazer ver e agradecer o lado bom da vida e das pessoas. É um ponto de paragem e reflexão a meio da avalanche de um dia normal de trabalho. Ao longo do ano, juntámos pequenos bilhetes de agradecimento a todos aqueles que em algum ponto contribuíram para nos deixar mais felizes ou, nos momentos mais difíceis, nos fizeram acreditar que o nosso trabalho é importante e temos com quem contar.

Ontem, 21 de setembro, celebrou-se novamente o Dia da Gratidão. Abrimos o Pote com a curiosidade de uma criança a quem prometeram um doce, para finalmente ler as mensagens de agradecimento ao longo deste ano. Sim, apesar de 2020 estar a ser um ano difícil, ainda encontrámos muito a a agradecer: aos nossos clientes que nos permitem dar azo à imaginação; aos nossos fornecedores que nos ajudaram a apagar fogos quando alguma coisa não correu como esperado; aos nossos parceiros que nos continuam a trazer bons contactos; e à nossa equipa, que depois de ter sido colocada à prova, a trabalhar à distância durante meses, não perdeu o espírito de guerrilha, apoio e inovação. 

Obrigada a todos que este ano contribuíram de alguma maneira para nos encher o pote e o coração. Contamos convosco para que o próximo ano seja mais especial, mais rico e mais RED!

PS: já agora, OBRIGADA a si também, que tirou um pouco do seu tempo para ler este mail.

Nós importamos-nos com os sacos.

Não vamos ensinar nada de novo, mas também não podíamos deixar passar este dia (Dia Internacional Sem Sacos de Plástico) em branco.

POR MINUTO SÃO UTILIZADOS CERCA DE 1 MILHÃO DE SACOS de plástico leves no mundo.

Por ano CIRCULAM 100.000 MILHÕES NA EUROPA.

PORTUGAL É UM DOS PAÍSES DA EUROPA QUE UTILIZA MAIS SACOS (1 vez e por apenas 25 minutos).

A produção, transporte e tratamento das elevadas quantidades de sacos em circulação é responsável pelo CONSUMO DE MUITOS RECURSOS, incluindo água e petróleo.

No lixo misturam-se com os restantes resíduos e acabam nos aterros ou no ambiente, onde PERMANECEM POR MAIS DE 300 ANOS.

São o 2º RESÍDUO MAIS ENCONTRADO À SUPERFÍCIE DO MAR.

Em terra e no mar são ingeridos e ASFIXIAM ANIMAIS, reduzindo a biodiversidade e entrando na cadeia alimentar.*

Por tudo isto e mais alguma coisa, NÃO GOSTAMOS DE SACOS DE PLÁSTICO! Gostamos de sacos de papel, que reutilizamos e reutilizamos até rasgarem. Só aí é que os libertamos para a reciclagem.

Sem querer ser “puxa sacos”, tratamos cada saco de papel com o respeito que merece, pelo conhecimento que nos vem por defeito da profissão: desenhamos e produzimos sacos com cartolinas que vêm de florestas sustentáveis e são impressos com tintas ecológicas.

Perca mais 5 minutos e visite a nossa página de sacos

Mudámos. Porque realmente nos importamos.

Mudança faz parte da vida. Mas quando nos atinge de golpada e dramática, é como levar um murro no estômago. A palavra “normal” nunca fez muito sentido para nós, pois fazemos parte do grupo de inadaptados que gosta de ver o mundo ao contrário, acordar às 3h da manhã para anotar ideias e passar horas na companhia de uma caneta a desenhar. Mas começamos a achar que o anormal é inteiramente normal. O normal hoje é sair à rua de máscara, cumprimentar colegas com uma pancadinha no cotovelo, pensar duas vezes antes de beijar um familiar, evitar o convívio com amigos, sonhar acordado com o primeiro prato que poderemos voltar a pedir num restaurante. Ninguém sabe exatamente o que fazer, mas lá vamos repetindo que vai ficar tudo bem. Está-se bem! É quanto basta…

Abaixo o q.b.!! A verdade é que está quase tudo fora do nosso controlo. E o que não podemos controlar, mais vale contornar, abraçando a anormalidade com positivismo. Não deixámos de ser RED, mas neste mundo em que a vida se arrasta num impasse de preto no branco, decidimos que queremos ser mais:

Redefinimos os pontos importantes e renovámos a imagem do nosso ADN, libertando-a das teias do tempo e pintando-a de outras cores, só porque sim! O vermelho é o sangue que nos corre nas veias e liga os pontos do que fazemos com paixão. O azul é o nosso Porto de abrigo numa mistura explosiva de inspiração e foco. O amarelo é a cor que nos vai na alma, alegre e otimista. O rosa, mais do que estilo, é a nossa capacidade afetiva e calorosa para nos importarmos com o outro. Mas não se enganem! Não nos importamos com o que pensam ou dizem de nós. Importamo-nos apenas com o que fazemos. E nós fazemos.

A PRIMEIRA NECESSIDADE? COMUNICAR-SE.

É fácil comunicar em tempo de paz, pois todos estão positivos e recetivos a ouvir. Mas sabe como fazê-lo em tempo de guerra, quando o consumidor foge a sete pés das balas e se isola em casa? Ao perder o seu público comprador recua com medo, recolhe as armas e esconde-se também?!

Pois saiba que esta é a altura certa para falar: todos estão escondidos e receosos. Nem precisa de falar mais, ou mais alto, só tem de falar mais certo: escolher as palavras e a técnica para não errar o alvo.

NÃO SABE COMO?

https://mcusercontent.com/…/7cb71f99-998a-4…/RED_2020war.pdf